Como acabar com os roubos

 
Como fazer as pessoas deixarem de roubar.
E que gente há tão grande, que tenha estatutos e juízos tão justos como toda esta lei que hoje dou perante vós? (Dt 4.8)
Nesta postagem quero fazer uma comparação entre as Leis Civis do SENHOR dadas ao povo Judeu, a milhares de anos atrás e às leis do Código Penal brasileiro criada pelos homens. Veremos qual é a mais justa e eficaz, e qual de fato, pode fazer alguma mudança no comportamento de quem é pego cometendo algum delito. Leia a postagem até o final, para que você possa compreender e confirmar ou não a veracidade do título “como fazer as pessoas deixarem de roubar”.
Código Penal
Título I
Dos crimes contra o patrimônio.
Roubo.
Definição e pena – O artigo 157 do Código Penal brasileiro considera roubo, o subtrair coisa móvel alheia, para si ou para outrem, mediante grave ameaça ou violência a pessoa, ou depois de havê-la, por qualquer meio, reduzido à impossibilidade de resistência. A pena é de – reclusão, de 4 (quatro) a 10 (dez) anos, e multa.
Princípio – Apenas que o homem tem que ser excluído da sociedade por um período de tempo e pagar pelo crime que cometeu.
Eficácia – Praticamente zero geralmente na maioria dos casos quase todos os ex-detentos voltam à prática.
Leis Civis do SENHOR
Título I
Dos crimes contra o patrimônio.
Roubo.
Definição e penaApoderar-se de coisa que pertence à outra pessoa (Lv 19.13; Jo 10.10). Se alguém fosse pego roubando, deveria pagar o dobro por aquilo que roubou. Se não tivesse com que pagar, então deveria trabalhar até ter condições de restituir ao dono aquilo que roubou. (Ex 22.1-4)
Princípio – Da restituição. Se você tiver feito algo mau, possivelmente deve ir além do esperado para arrumar as coisas. Isto ajudará a (1) aliviar qualquer dor que tenha causado a outra pessoa (2) perdoar com maior facilidade e (3) pensar antes de cometer o mesmo engano.
Eficácia – Quase 100%. Pois mediante a uma pena de restituição em dobro dos bens roubados, os ladrões não teriam nem um lucro e sim perdas. Se roubar 500,00 reais tenho que pagar 1000,00 reais, e fico com prejuízo de 500,00 reais. Nestas condições, a melhor opção seria trabalhar e não roubar. Se hoje o que gera os roubos é a ganância por lucros fáceis, este modelo seria perfeito para a sociedade dos dias de hoje você não acha?
Agora imagine você pai e mãe que já se deparou com o seu filho cometendo algum roubo, por menor que seja, e não soube como lidar com a situação, ou até castigou seu filho, mas o castigo não deu jeito e ele continuou a fazer o mesmo. Pense, por que ele continuou? Será que foi pela satisfação dos lucros? Claro que sim.
E se você ao invés de castigá-lo atribuísse à lei de restituição em dobro como uma pena para o seu filho que cometeu o delito o que você acha que aconteceria? Ele aprenderia que o roubo não trás lucros, mas sim prejuízos e desta forma deixaria de praticar tal ação.
Se algum pai que está lendo esta postagem estiver passando por este problema em sua casa e concorda com a minha posição sobre o assunto e resolveu aplicá-lo, por favor, deixe o seu comentário, para que possamos saber que estamos realmente ajudando a quem precisa. 
 
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