Depois se entregar a polícia, a pedido da mãe evangélica, ex-traficante carioca vira modelo


 
 
Depois se entregar a polícia, a pedido da mãe evangélica, ex-traficante carioca vira modelo
Diego Raimundo dos Santos, 26 anos, se entregou à polícia
no dia 27 de novembro de 2010 a pedido de sua mãe, a evangélica Nilsa
Maria dos Santos, que não se conformava em ver um de seus dez filhos
envolvido no mundo do tráfico. Diego era conhecido no morro do Riode de
Janeiro como Mister M e trabalhava como segurança e braço direito do
traficante Pezão, o chefe do tráfico do conjunto de favelas do Alemão,
na Zona Norte do Rio.
Nove meses depois, o jovem foi solto e agora se prepara para desfilar
na semana de moda de São Paulo, o evento São Paulo Fashion Week, com
uma coleção de roupas inspiradas no projeto Afro Reggae. Além de modelar
ele também trabalha como editor de vídeo.
Em entrevista ao Domingo Espetacular o jovem diz que nem lembra como
entrou para o tráfico, antes de se envolver com o crime ele trabalhava
com a mãe em uma lanchonete. “Eu acho que é o dinheiro fácil”, diz Diego
sobre o que o atraiu para o mundo do crime.
No caminho para a delegacia Diego, sua mãe e seu irmão Marcos Paulo,
caminharam por entre os policiais que estavam capturando traficantes no
Morro do Alemão, mas ele não foi reconhecido. “Foi Deus”, disse o jovem
que temia ser morto pelos policiais.
Há apenas três semanas que ele está solto e já planeja uma carreira de sucesso tanto na moda como em edição de imagens.
Fonte: Gospel +

Debatedores cobram diversidade no ensino religioso

Marga Janete Ströher (coordenadora diversidade religiosa da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República - FONAPER)Em audiência pública nesta terça-feira na Comissão de Educação e Cultura, debatedores ressaltaram 
a necessidade de o ensino religioso na rede pública contemplar a diversidade cultural brasileira. A obrigatoriedade desse tipo de ensino está prevista nos projetos de lei 309/11 e 1021/11, do deputado Pastor Marco Feliciano (PSC-SP).
O relator dos projetos, deputado Pedro Uczai (PT-SC), destacou a importância da formação de professores na área: “Tem de haver professores formados não na igreja, mas na universidade, para aceitar a diversidade religiosa e cultural, as diferentes teologias e religiões presentes na sociedade. Isso permite respeitar o diverso, o plural, e não só o meu deus, a minha religião, como a única que explica o mundo, a sociedade, a história e a vida.”
Marco Feliciano também ressaltou a importância de dar aos professores condições de ensinar a disciplina. O deputado Ronaldo Fonseca (PR-DF) pediu pressa na votação dos projetos. “Esse tema já está pautado no Supremo Tribunal Federal e os ministros caminham para o fim do ensino religioso”, disse.

Críticas

Representantes das mais variadas crenças participaram do debate e manifestaram descontentamento com o sistema atual — que, segundo eles, privilegia o ensino da religião cristã, principalmente a Católica, e trata as demais com preconceito.
O coordenador do Fórum Permanente de Ensino Religioso, Élcio Cechetti, afirmou que o ensino religioso deve ser encarado como qualquer outra disciplina escolar, com base em pressupostos científicos prevendo o estudo, a compreensão e o respeito a todas as crenças.

“Querendo ou não, os alunos precisam de preparo, de conhecimento para lidar com a diversidade, para que não discriminem, não criem mais preconceito do que já existe hoje. Nossa tentativa é trabalhar essa disciplina a partir de um viés de direitos humanos e que consiga acrescentar elementos científicos à vida do educando, para que ele seja cidadão e possa interpretar a realidade com conhecimento”, explicou Cechetti.

Proselitismo
A coordenadora de diversidade religiosa da Secretaria de Direitos Humanos, Marga Janete Stroher, alertou para o caráter optativo da disciplina. Mesmo sem proselitismo religioso, ela afirmou que a matrícula dos alunos deve ser facultativa, conforme determina a Constituição.
“A obrigatoriedade é uma coerção. No Estatuto da Criança e do Adolescente, está previsto o direito de escolha; entre as liberdades individuais, está a de escolha religiosa ou não”, disse Marga Stroher.
A coordenadora da Secretaria de Educação Básica do Ministério da Educação, Edna Martins Borges, reconheceu a existência do que chamou de “currículo oculto” nas escolas onde há proselitismo religioso. Ela destacou, no entanto, que a Lei de Diretrizes e Bases é clara ao garantir o respeito à diversidade cultural e religiosa.

Íntegra da proposta:

Reportagem – Geórgia Moraes/Rádio Câmara de Notícias

Edição – João Pitella Junior

/Via/ Portal Missão no Lar




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Licença gala na união entre gays

Licença gala na união entre gays
Um servidor gay da Universidade do Estado do Rio de Janeiro, que vai formalizar a união estável com seu companheiro semana que vem, requereu à reitoria o direito à chamada licença-gala.São aqueles três dias de folga previstos na CLT quando o trabalhador se casa.
Diante do ineditismo do pedido, o caso foi levado ao reitor Ricardo Vieiralves de Castro. A licença foi aprovada.
O entendimento da maioria dos magistrados do Trabalho é no sentido de que esse tríduo são dias de trabalho, ou seja, dias úteis, devendo-se excluir, portanto, domingos, feriados e recessos.  A senadora Marta Suplicy (PT-SP) apresentou à Mesa Diretora do Senado uma proposta para que a Casa reconheça a união homoafetiva de seus funcionários.
Nas empresas e na maioria dos órgãos públicos vale por três dias. No Senado, por uma semana.
E assim as decisões administrativas e judiciais vão se acomodando ao julgado do STF.
Fonte: jusBrasil/Via: Missão no Lar
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Bíblia theWord – Módulos Brasil

Se você é amante da Palavra de Deus e se deleita em fazer estudos da mesma. Apresentamos aqui a melhor bíblia eletrônica de estudos avançados da Palavra. A bíblia theWord – Módulos Brasil. Trata-se de  um programa Bíblico Gratuito com Módulos de Recursos para Estudo da Palavra de Deus

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  • Dicionários: Português Michaelis, Bíblico de Almeida, Jesus e os Evangelhos, Nomes bíblicos e Dicionário Strong de Hebraico/Grego para o Português.
  • Comentários: Mathew Henry (Novo Testamento), Diário Viver e Notas da Bíblia Rainha Valéria.
  • Referências: Referências Padrão e Dezenas de Milhares de Referências Treasury of Scripture Knowledge (inglês).
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    Instalação:  
  • Não é necessário instalar no Computador. Baixe o arquivo, descompacte e veja as intruções. É muito simples. Também pode ser salvo em um Pendrive e usado como uma bíblia portátil pra ser acessada de qualquer computador.
Download aqui: biblia_theword.zip (Tudo: O programa theWord com todos os recursos acima). 
Fonte: do site não oficial para divulgação em língua Portuguesa/http://reinaldopsjbr.vilabol.uol.com.br/the_word.htm
Via: Portal Missão no Lar 
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Por que Alexandre Ivo ?

Recententemente a PLC 122 sobre Criminalização da Homofobia Ganhou um novo nome ‘Lei Alexandre Ivo. A exemplo da Lei Maria da Penha, que tornou mais rigoroso o tratamento de crimes cometidos contra a mulher, a PLC 122 será batizada de Lei Alexandre Ivo.
Quem foi Alexandre Ivo ?
Alexandre Thomé Ivo Rajão, conhecido como Alexandre Ivo – ALE! 14 ano de idade homossexual que foi morto no dia 21 de junho de 2010 por “supostos” grupos de skinheads do município de São Gonçalo.
Alexandre morreu na segunda-feira (21), depois de participar de uma festa, onde houve uma briga. Ele voltava para casa sozinho, quando desapareceu. O corpo foi encontrado horas depois num terreno baldio, com marcas de espancamento e tortura.
Por que Alexandre Ivo ?
Todos nós sabemos que o o projeto de lei da Câmara nº 37, de 2006, só foi aprovado quando passou a se chamar Lei Maria da Penha. Pois a tragédia pessoal de Maria da Penha Maia Fernandes, sensibilizou organismos internacionais e provocou uma reação do Estado brasileiro na questão do combate à violência doméstica contra a mulher. Não por outra razão o presidente “batizou” a nova lei sancionada como “Lei Maria da Penha” – uma homenagem justa e sensível que a todos surpreendeu, comovendo os convidados à cerimônia de sanção.
Não seria essa mais uma tentativa dos ativistas gays de aprovar a lei do privilégio homossexual, utilizando-se do mesmo subterfúgio que foram utilizados na aprovação da Lei Maria da Penha? Não estariam eles tentando desta forma sensibilizar as pessoa e provocar nelas uma reação de indignação
contra todo aquele que falar contra a homossexualidade ? Eu acho que sim, posso até estar enganado mas é o que eu acho.
Somos verdadeiros cristãos e sabemos que a prática homossexual é uma abominação aos olhos de Deus e por isso não podemos aceitar à aprovação em leis desta prática. Mas existem pessoas que não temem a Deus e não estão nem um pouco ligadas para o que a Palavra do SENHOR fala. E são esta pessoas que são mais fáceis de serem enganadas com manobras sutis dos ativistas homossexuais.
Saibam que amamos de todo o nosso coração os homossexuais assim como o SENHOR Jesus ama. Mas abominamos a prática homossexual como o senhor abomina. Não temos discriminação por pessoas e oramos para que Jesus liberte todos os homossexuais dos demônios que os fazem cometer estes atos pecaminosos.
Acesse também:

Lei anti-homofobia (PL 122/2006) vai ser aprovada.

Por: José de Ribamar
Via: Missão no Lar.

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PL 122: veja novo texto feito com evangélicos

Como o CPAD News noticiou nas últimas semanas, o PLC 122, Projeto de Lei que criminalizava a “homofobia” no Brasil, foi “paralisado”. A senadora Marta Suplicy explicou que “não se trata de arquivar o PLC 122, mas preparar um substitutivo para ele”.
O novo texto foi criado pelos senadores Demóstenes Torres, Marcelo Crivella e pela própria Marta Suplicy. Apesar de não assinar como um dos autores, o senador evangélico Magno Malta também participou de reuniões sobre o projeto de lei que será apresentado nos próximos dias ao Senado. Representantes da ABGLT (Associação Brasileira de Gays, Lésbicas e Transgêneros) também integraram reuniões.
Nesta nova proposta, discursos que condenam a homossexualidade não entraram no texto – esse era o maior impasse, já que fere a Constituição brasileira quanto às liberdades religiosa e de expressão. O texto atual condena crimes homofóbicos violentos, discriminação no trabalho, em ambientes comerciais ou repartições públicas e violência doméstica. O mesmo também penaliza com maior rigor gangues que pratiquem ou incitem a violência contra homossexuais e transexuais. Porém, o artigo 3 ainda causa alguma polêmica, pois condena a um a três anos de prisão quem “deixar de contratar alguém ou dificultar a sua contratação, quando atendidas as qualificações exigidas para o posto de trabalho, motivado por preconceito de sexo, orientação sexual ou identidade de gênero”.
Leia o novo texto na íntegra:
Emenda CDH (Substitutivo)
Projeto de Lei da Câmara 122, de 2006
Criminaliza condutas discriminatórias motivadas por preconceito de sexo, orientação sexual ou identidade de gênero e altera o Decreto-Lei nº 2.848, de 7 de dezembro de 1940 – Código Penal para punir, com maior rigor, atos de violência praticados com a mesma motivação.
O CONGRESSO NACIONAL decreta:
Art. 1º Esta Lei define crimes que correspondem a condutas discriminatórias motivadas por preconceito de sexo, orientação sexual ou identidade de gênero bem como pune, com maior rigor, atos de violência praticados com a mesma motivação.
Art. 2º Para efeito desta Lei, o termo sexo é utilizado para distinguir homens e mulheres, o termo orientação sexual refere-se à heterossexualidade, à homossexualidade e à bissexualidade, e o termo identidade de gênero a transexualidade e travestilidade.
Discriminação no mercado de trabalho
Art. 3º Deixar de contratar alguém ou dificultar a sua contratação, quando atendidas as qualificações exigidas para o posto de trabalho, motivado por preconceito de sexo, orientação sexual ou identidade de gênero:
Pena – reclusão, de um a três anos.
      § 1º A pena é aumentada de um terço se a discriminação se dá no acesso aos cargos, funções e contratos da Administração Pública.
    § 2º Nas mesmas penas incorre quem, durante o contrato de trabalho ou relação funcional, discrimina alguém motivado por preconceito de sexo, orientação sexual ou identidade de gênero.
Discriminação nas relações de consumo
Art. 4º Recusar ou impedir o acesso de alguém a estabelecimento comercial de qualquer natureza ou negar-lhe atendimento, motivado por preconceito de sexo, orientação sexual ou identidade de gênero:
Pena – reclusão, de um a três anos.
Indução à violência
Art. 5º Induzir alguém à prática de violência de qualquer natureza motivado por preconceito de sexo, orientação sexual ou identidade de gênero:
                 
Pena – reclusão, de um a três anos, além da pena aplicada à violência.
Art. 6º O Decreto-Lei nº 2.848, de 7 de dezembro de 1940 – Código Penal, passa a vigorar com as seguintes alterações:
“Art. 61……………………………………………………………………….
II…………………………………………………………………………………
m) motivado por discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião, origem, condição de pessoa idosa ou com deficiência, gênero, sexo, orientação sexual ou identidade de gênero.”
Art. 121……………………………………………………………………………..
§ 2º……………………………………………………………………………………
…………………………………………………………………………………………
VI – em decorrência de discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião, origem, condição de pessoa idosa ou com deficiência, gênero, sexo, orientação sexual ou identidade de gênero.” (NR)
Art. 129……………………………………………………………………………
……………………………………………………………………………………….
§ 9o  Se a lesão for praticada contra ascendente, descendente, irmão, cônjuge ou companheiro, ou com quem conviva ou tenha convivido, ou, ainda, prevalecendo-se o agente das relações domésticas, de coabitação ou de hospitalidade ou em motivada por discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião, origem, condição de pessoa idosa ou com deficiência, gênero, sexo, orientação sexual ou identidade de gênero.” (NR)
Art. 140……………………………………………………………………………..
“§ 3º Se a injúria consiste na utilização de elementos referentes a raça, cor, etnia, religião, origem, condição de pessoa idosa ou com deficiência, gênero, sexo, orientação sexual ou identidade de gênero:
………………………………………………………” (NR)
 “Art. 288……………………………………………………………………………
…………………………………………………………………………………………
Parágrafo único – A pena aplica-se em dobro, se a quadrilha ou bando é armado ou se a associação destina-se a cometer crimes por motivo de discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião, origem, condição de pessoa idosa ou com deficiência, gênero, sexo, orientação sexual ou identidade de gênero.
Art. 7º Suprima-se o nomem iuris violência doméstica que antecede o § 9º, do art. 129, do Decreto-Lei nº 2.848, de 7 de dezembro de 1940 – Código Penal.
Art. 8º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.
Sala da Comissão,
Presidente”
Fonte: Uol / CPAD News/Guiame.
Via: Missão no lar

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Três cristãos mortos após um ataque a uma igreja no oeste da Nigéria.


Pelo menos, três lagos .- Depois que o povo explosão morreu de um dispositivo em uma igreja em Suleja, capital do estado nigeriano de Níger (West), segundo a televisão estatal NTA, publicaram EFE.

Na noite passada, através deste canal, várias testemunhas disseram que duas das vítimas, que pertenciam à Irmandade missão de todos os cristãos, foram mortos instantaneamente, enquanto o terceiro morreu no hospital.

A explosão, cuja origem é desconhecida, é o terceiro que abalou a cidade desde março passado. Pelo menos doze pessoas morreram nestas explosões, a primeira em março, durante um comício de campanha eleitoral para as eleições presidenciais, ea segunda às vésperas da votação em 9 de abril, no escritório da Comissão Eleitoral Nacional Independente.
Embora ninguém ainda assumiu a responsabilidade pela explosão da igreja de Suleja o Haram Boko grupo radical islâmico reivindicou a responsabilidade por numerosos atentados que ocorreram no norte da Nigéria nos últimos meses.
 
Fonte:  The Christian News 
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